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Nostradamus, Centúrias

 

"Obrigado, volte sempre".

Trabalhar de madrugada em uma lojinha de posto de gasolina até que não era muito incômodo para Baiano. Ele tomava seu posto de vigia atrás do balcão, encastelado entre cigarros, camisinhas e chicletes japoneses, e se dedicava a ler revistas e observar os clientes. Quando a loja estava vazia, o que não era raro, fumava. Bom mesmo era quando entravam as mulheres, invariavelmente bêbadas, deixando um rastro de sorrisos, álcool, sexo, perfume e suor. Não necessariamente nessa ordem, mas os componentes não costumavam mudar muito. Ficava feliz de não trabalhar à tarde e ter de lidar com a velharada das redondezas. São todos iguais: falam do tempo, puxam assunto sobre política, reclamam dos preços e acabam não comprando nada. À noite era tudo mais calmo, e ele podia cuidar do umbigo sem ser incomodado. Melhor: ganhava dinheiro por isso.

"O que é isso, você não está bêbada. Obrigado, volte sempre".

Ah, as mulheres. Mas nesta noite Baiano está um pouco entediado: nenhum cliente, nenhum playboy comprando cigarros de cravo, nenhuma mênade lasciva de olhos apertados e sorridentes. Pega o jornal e o folheia sem nem olhar muito, mais para ver se consegue apressar os passos do relógio. Uma charge sem graça, as mesmas porcarias sobre política, noticiário local desinteressante, ciência que é um saco. "Caralho". Baiano coça os olhos, como só havia visto alguém fazer em desenhos animados ou filmes ruins, olha de novo, mas não acredita. O jornal estampa a fotografia de um rato fluorescente. Genes de uma medusa fluorescente foram inseridos no código genético de ratas, diz o jornal, como quem anuncia uma briga de bar ou a sinopse da novela das sete. "Caralho".

DNA de Medusas encantam os Marcianos

"Mais educação, garoto".

Baiano levanta os olhos e encontra um homem baixinho, de aproximadamente setenta anos de idade. Tem um cabelo liso e totalmente branco, olhos azuis ainda brilhantes e veste uma roupa cáqui de explorador. "Desculpe, senhor, mas é que...". Antes que possa terminar a frase, o homem espicha um dos olhos azuis para a foto do rato verde-limão que brilha no escuro. Baiano olha, esperando uma reação. "Me vê uma caixa de fósforos, por favor". Não acredita: o maldito velho não deu bola para o rato. Levanta o jornal e aponta para a foto; não consegue falar nada. O paleontologista aposentado tira do bolso um par de óculos minúsculos, de armação prateada, e olha para a foto mais uma vez.

"Ah, isso". Baiano sorri, recuperando o fôlego. "Você sabe, faz parte do plano dos marcianos. Agora me dê os fósforos". Marcianos? Plano? Com um gesto mecânico, apanha uma das caixinhas de fósforo e a estende para o homem. "Dez centavos", balbucia. O homem guarda os óculos, suspira e abre a caixa de fósforos. Seus dedos são compridos e cônicos, de uma aparência feminina que é ressaltada pelas unhas compridas e bem cuidadas. "Não tem de cabeça vermelha?"

Baiano acompanha os passos miúdos do homem enquanto ele deixa a lojinha através das portas automáticas. "Abre-te sésamo", sorri o velho e acena para o balcão. Antes de conseguir pensar em qualquer outra coisa, Baiano devolve uma risada mole e volta seus olhos para o rato fluorescente, que faz parte dos planos dos marcianos. Realmente, tinha que dar o braço a torcer: a velharada tinha mudado de assunto. Por alguns segundos cogitou da hipótese do velho vestido para safári ser um esquizofrênico, mas quando olhou para a foto abandonou a idéia. Uma espécie que cria roedores brilhantes não pode ter a audácia de classificar os outros de loucos ou qualquer coisa que o valha. Olha pelo vidro que dá para a rua, vê as bombas de gasolina fechadas e boceja.

Se espreguiça, acende um cigarro e vira a página do jornal.

 


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